Recentes artigos científicos comprovam a eficácia do FlexCaps

Osmar Valadão Lopes Júnior, e André Manoel Inácio Médico Ortopedista e Traumatologista. Preceptor do Serviço de Cirurgia do Joelho do Instituto de Ortopedia e Traumatologia de Passo Fundo e Hospital São Vicente de Paulo, Passo Fundo, RS, Brasil. bMédico Ortopedista e Traumatologista. Residente (R4) do Serviço de Cirurgia do Joelho do Instituto de Ortopedia e Traumatologia de Passo Fundo, Passo Fundo, RS, Brasil. Trabalho realizado no Instituto de Ortopedia e Traumatologia de Passo Fundo, RS, Brasil.RESUMO Avaliar evidências que apoiem ou refutem o uso de glucosamina e condroitina no tratamento de pacientes com osteoartrose. Foi feita uma revisão da literatura com o uso dos bancos de dados Medline, Pubmed e Cochrane Controlled Trial Register e Cochrane Databases Systematic Reviews (Cochrane Library). Foram considerados apenas estudos com elevado nível de evidências. O estudo incluiu a análise de ensaios clínicos randomizados que incluíram pelo menos 100 pacientes em cada grupo de intervenção, metanálises e revisões sistemáticas. Sete metanálises, uma revisão sistemática e cinco ensaios clínicos randomizados preencheram os critérios de inclusão desta revisão. Frente às melhores evidências existentes até o momento, o uso da glucosamina sulfatada/hidroclorídrica e da condroitina não produz benefícios clinicamente relevantes em pacientes com osteoartrose do joelho e do quadril (nível de evidência I e grau de recomendação A). Futuros estudos com metodologia adequada são necessários para elucidação dessa questão.

Avaliaram-se os efeitos dos precursores dos glicosaminoglicanos (GAG) e do sulfato de condroitina A (SC) sobre a histomorfometria da cartilagem articular normal ou de cartilagem de cães com doença articular degenerativa (DAD) experimental. Os grupos experimentais constituíram-se de animais com articulação direita normal, que não foi submetida a procedimento cirúrgico, e com articulação esquerda osteoartrótica e que foi submetida à intervenção cirúrgica. Os grupos foram subdivididos em animais com articulação não tratada e tratada, portanto: normais (N) (n=5), NGAG (n=5) e NSC (n=4); e osteoartróticos (O) (n=5), OGAG (n=5) e OSC (n=4). Secções de cartilagens do fêmur, da tíbia e da patela foram utilizadas neste estudo. Nos normais (N, NGAG e NSC), não se encontraram lesões que caracterizassem a DAD, embora tenha havido diminuição na celularidade nos de NGAG e NSC, em relação a N. Foram observadas alterações em graus variáveis entre os grupos osteoartróticos. Houve redução acentuada dos condrócitos no grupo O em comparação aos normais enquanto os grupos osteoartróticos tratados apresentaram celularidade semelhante aos normais tratados. Estes resultados foram confirmados pela análise do índice de proporção (IP), que se mostrou elevado em O, indicando menor síntese de proteoglicanos. Não houve diferença significativa entre os IPs dos grupos osteoartróticos tratados (OGAG, OSC) apesar do comportamento distinto do OSC ao assemelhar-se aos grupos N e NSC. Estes resultados sugeriram que o SC agiu na cartilagem osteoartrótica de maneira mais eficaz, reduzindo a perda de proteoglicanos e estimulando a viabilidade celular e a atividade metabólica.

A distinção das conseqüências do envelhecimento fi siológico diante do envelhecimento patológico passa necessariamente por uma intersecção temporal (zona de penumbra), de forma que a dicotomia “velhicenatural” versus “velhice-doença”, na realidade, inexiste. Discute o autor a patofi siologia do envelhecimento do sistema osteoarticular, mostrando aspectos do envelhecimento ósseo e, sobretudo, as alterações da cartilagem articular e do tecido muscular esquelético idade-relacionadas. Discute ainda a defi ciência da massa muscular esquelética dos idosos (sarcopenia) na fronteira da senescência para a senilidade, suas implicações clínicas e as possibilidades de prevenção.
Descritores: Envelhecimento/fi siologia; Músculo esquelético/ metabolismo; Músculo esquelético/patologia; Cartilagem articular; Colágeno; Músculos; Exercício; Saúde do idoso

A osteoporose é uma doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, com conseqüente aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas . Os recursos utilizados no tratamento de fraturas por osteoporose são siginificativos e com custos elevados. osteoporose são siginificativos e com custos elevados. OBJETIVO. Dimensionar a utilização de recursos e custo anual Dimensionar a utilização de recursos e custo anual por pacientes com osteoporose pós-menopausa. por pacientes com osteoporose pós-menopausa. MÉTODOS. Cem pacientes foram consecutivamente selecionados do ambulatório de doenças osteometabólicas da Universidade Federal de São Paulo-Escola Paulista de Medicina (UNIFESPEPM), entre abril de 1997 a agosto de 1998. Os critérios de inclusão foram: osteoporose pós-menopausa (OMS, 1994) há pelo menos um ano; mínimo de um ano em acompanhamento ambulatorial; mínimas condições de entendimento e expressão verbal para responder aos questionários. Características socioeconômicas, clínicas, utilização de recursos e custos no último ano foram levantadas através de entrevistas empregando-se dois questionários. Os custos unitários dos recursos utilizados no Serviço Público de Assistência à Saúde basearam-se na Tabela SUS de agosto de 1998. SUS de agosto de 1998. RESULTADOS. A média de idade foi 65,85 anos e a renda familiar média-mensal, R$ 534,14. Foram realizadas em média sete consultas/paciente/ano. Das pacientes, 77% usaram cálcio e 38% estrógenos por algum período durante o último ano. Os custos médios totais anuais para o tratamento das pacientes com osteoporose pós-menopausa, sob a perspectiva da sociedade, no Sistema Público em São Paulo, foram de R$ 908,18/paciente/ano. Sistema Público em São Paulo, foram de R$ 908,18/paciente/ano. CONCLUSÃO. Os custos com o tratamento de osteoporose pagos pelas pacientes representaram 11% da renda familiar mensal pelas pacientes representaram 11% da renda familiar mensal média (R$ 534). Em função do envelhecimento da população e aumento da incidência de osteoporose, políticas de alocação racional de recursos basedas em análises econômicas devem ser implementadas. implementadas. UNITERMOS: Osteoporose. Custo de tratamento. Gestão de recursos.

O interesse no tema das medicinas alternativas e complementares tem aumentado, principalmente entre pacientes oncológicos. Realizou-se uma revisão sistemática da literatura na base de dados PubMed sobre o perfil dos pacientes que optam pelo uso dessas medicinas e suas motivações. As palavras-chaves utilizadas na busca foram "cancer and complementary alternative medicine" e "oncology and complementary alternative medicine", no período 1995-2005. Os critérios de seleção foram: presença dos descritores no título dos artigos, idiomas português, inglês ou espanhol e terem sido realizados em população adulta. A partir de 43 artigos analisados, concluiu-se que a utilização de medicinas alternativas e complementares é parte do escopo social desses pacientes. Seu uso é importante na construção da identidade de pacientes com câncer, ajudando-os nas decisões em relação ao tratamento convencional.